Animais Resgatados Recebem Cuidados De Veterinários E Voluntários Em Nova Friburgo

20 Feb 2018 21:23
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Uma coruja, uma chinchila, um roedor, um coelho, diversos gatos e cachorros estão pela Coordenadoria de Bem Estar Animal do município de Nova Friburgo, na localidade serrana do Estado do Rio de Janeiro. Estes animais sobreviveram ao temporal do dia 11 de janeiro. Seus donos faleceram ou se perderam dos bichos de estimação. A coruja foi encontrada ferida, escondida debaixo de galhos de árvores. Ela será solta dessa forma que estiver curada. De acordo com a veterinária do Instituto Ecológico Búzios, Carla Sassi, trinta anos, por volta de quarenta animais foram resgatados dos locais de traço de desabamentos.Todos foram levados para um galpão da prefeitura, pela rodovia 1º de Março, no bairro Vilage, onde está formada a coordenadoria. Ela descreveu histórias aborrecidos de cães que ainda se recuperam da tragédia. A cadela Joana, que está nesse lugar no abrigo, foi encontrada amarrada a uma corrente na moradia dos donos no bairro Córrego Dantas. Eles faleceram e ninguém domina como ela sobreviveu. Ela estava muito ferida e debilitada.Um,08 metro • 100 quilosMeu Nome Não é Johnny06 "De Mal" vinte e quatro de julho de 2010trinta e cinco 09 "Cadê toda gente?" Vinte e um de maio de 2014is?ZI33-trMh0VGrFIsdLtI7Qki9u9Gs-GkbPUaT_qgQ2Q&height=224 Fizemos um tratamento de fluidoterapia para ela se recuperar. Outro animal que sofreu muito no dia da enchente foi a cadela Lost. A veterinária mostrou que ela estava em cima de um monte de terras muito assustada, com pavor e tremia o organismo todo. Ela foi encontrada em um estacionamento, parecia que estava morrendo.Tivemos que fazer um trabalho de ressocialização pra ela melhorar. Pela semana do temporal, os voluntários resgataram trinta cachorros e oito gatos. Diversos prontamente foram doados. Alguns esperam os donos acertarem suas vidas para retornar pra residência. Segundo Adilson Pacheco, de cinquenta e dois anos, presidente da ONG Univida de Proteção Animal, outros que estavam perdidos já foram localizados e resgatados pelos proprietários. Diversos moradores da cidade estão vindo neste local pra buscar cães perdidos. A comoção de reencontrar os animais é muito enorme. Ainda de acordo com Adilson, a prefeitura entrou em contato com a ONG pra solicitar assistência imediatamente depois da tragédia. Eles contam com o apoio de dez veterinários, voluntários e doações de rações e medicamentos. O aposentado Jorge Ramos, de sessenta e cinco anos, saiu do Rio para atravessar o dia no galpão. Ele disse que os animais estão muito carentes. Eles só querem um afeto.Para doar, a população pode depositar qualquer quantia no banco Itaú. O potente temporal que atingiu o Estado do Rio de Janeiro no dia onze deste mês deixou centenas de mortos e milhares de sobreviventes desabrigados e desalojados, principalmente pela região serrana. As cidades de Nova Friburgo, Teresópolis, Petrópolis, Sumidouro, São José do Vale do Rio Preto e Bom Jardim foram as mais afetadas.Serviços como água, claridade e telefone foram interrompidos, estradas foram interditadas, pontes caíram e bairros ficaram isolados. Equipes de resgate ainda enfrentam problemas pra voltar a alguns locais. Ademais, o governo federal anunciou a antecipação do Bolsa Família pros vinte 1000 cadastrados no programa nas cidades de Nova Friburgo, Teresópolis e Petrópolis.Corporações públicas e privadas, além de ONGs (Instituições Não Governamentais) e voluntários, assim como estão ajudando e recebem doações. Os corpos identificados e liberados pelo IML (Instituto Médico Fantástico) são enterrados em covas improvisadas. Hospitais continuam com feridos internados. Médicos apelam por doação de sangue e remédios. Os próximos dias prometem ser de muito serviço e perspectiva pela localização de corpos. Em visita à região de Itaipava, em Petrópolis, o governador Sérgio Cabral (PMDB) alegou que ricos e pobres ocupavam irregularmente áreas de traço e que o local foi prejudicado. Está provado que houve ocupação irregular, tal de baixa quanto de alta renda. Está provado, também, que houve dano da meio ambiente. Isto não tem a observar com carente ou rico.O tamanduá bandeira, com suas fortes garras, o queixada, com suas grandes presas, e até já grupos de ariranhas de imediato foram vistas colocando uma onça pintada pra correr. As fêmeas chegam à maturidade sexual com 2 anos de idade e os machos com dois a 3 anos. As onças são consideradas sexualmente ativas durante todo o ano, contudo nascimentos aumentam quando há mais presas, pela estação chuvosa no caso do pantanal.Os machos são atraídos pelas fêmeas por odor e por vocalizações. Cada macho pode acasalar com inúmeras fêmeas. Período de gestação dura de 90 a 110 dias, ao conclusão dos quais nascem de um a 4 filhotes, sendo dois filhotes o mais comum. Geralmente só um sobrevive até a fase adulta. Filhotes pesam de 700 a 900 gramas no nascimento e abrem os olhos em duas semanas. São amamentados até três meses e com cerca de seis meses começam a aprender a caçar com a mãe.Depois de 1 a 2 anos aprendendo a caçar onças jovens saem para encontrar teu próprio território e passam a caçar sozinhas. Fêmeas ficam geralmente perto das mães, contudo como machos dominantes não aceitam outros machos em teu território, filhotes do sexo masculino algumas vezes precisa deslocar-se remoto até descobrir teu próprio território. Sendo um predador topo da cadeia alimentar, a onça pintada tem uma atividade ecológica bastante considerável, regulando o tamanho da população de tuas presas e mantendo em equilíbrio o ecossistema.É um animal que necessita de grandes áreas mantidas pra sua sobrevivência e tua preservação podes auxiliar todas as espécies que vivem em seu meio ambiente. Como vive em áreas densas e diversas vezes insuficiente acessíveis, como a floresta Amazônica, ninguém sabe ao direito quantas onças existem atualmente. Estimativas irão de 30mil a mais de 100mil onças pintadas, 20 a trinta 1000 só no Pantanal, sendo possivelmente a superior densidade do mundo.A destruição de seu habitat e consequente diminuição no número de presas é a principal causa da diminuição no número de onças. Diminuição no número de presas também leva a acréscimo pela predação de animais domésticos por onças, com consequente perseguição e morte por fazendeiros em várias regiões apesar de ser um crime ambiental. Historicamente, a distribuição da onça-pintada se estendia dos EUA até a Argentina.

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